Cheguei a Espinho no domingo (dia 4) à noite e vim-me embora na quarta-feira (dia 7). Ou seja, estive em Espinho quatro dias.
Em quatro dias, diverti-me à brava e visitei alguns lugares de que nunca mais me irei esquecer. Posso começar por dizer que não gosto de praia. Nestes quatro dias, fui todos os dias à praia. Meu Deus! Se fosse noutra altura, diria que estava possuído.
Visitei o Casino de Espinho na noite de segunda-feira e fiquei espantado com as pessoas a jogar póquer, slots e fichas. Obviamente que não gastei dinheiro naquele degredo da condição humana.
Observei palmeiras em tudo quanto era lugar, o que era muito giro. Quando fazia vento, era interessante ver como as árvores abanavam.
Outra coisa que achei engraçada foi uma tabacaria que vendia discos. Melhor combinação era impossível. Claro que não podia vir de mãos a abanar, e comprei um single dos Aphrodite's Child.
Decorria, também, a feira do livro. Como podem ver na foto, e quem me conhece sabe o quanto eu amo aquele homem, comprei um livro. Se tivesse deixado aquele livro em Espinho, arrepender-me-ia para o resto da vida. Atentem no preço. Uma pechincha!
Visitei o mercado de Espinho, onde estavam senhoras a vender fruta e flores. Encontrei, também, um senhor a vender castanhas assadas.
A Bunny e o Ricardo aproveitaram o tempo em que estiveram juntos para namorar e trabalhar. Eu estive sempre a ouvir os discos do Ricardo. Ele mostrou-me The Brian Jonestown Massacre e pergunto-me como é que nunca tinha ouvido aquela banda antes. A sério. Aqueles gajos reúnem muitas bandas que me influenciam. Para não falar que têm um som altamente. Ouvimos aquele álbum três vezes!
Todo este texto pode parecer lamechas, mas para um miúdo de uma aldeia do Ribatejo, estes quatro dias foram uma porta para outra dimensão.
Em quatro dias, diverti-me à brava e visitei alguns lugares de que nunca mais me irei esquecer. Posso começar por dizer que não gosto de praia. Nestes quatro dias, fui todos os dias à praia. Meu Deus! Se fosse noutra altura, diria que estava possuído.
Visitei o Casino de Espinho na noite de segunda-feira e fiquei espantado com as pessoas a jogar póquer, slots e fichas. Obviamente que não gastei dinheiro naquele degredo da condição humana.
Observei palmeiras em tudo quanto era lugar, o que era muito giro. Quando fazia vento, era interessante ver como as árvores abanavam.
Outra coisa que achei engraçada foi uma tabacaria que vendia discos. Melhor combinação era impossível. Claro que não podia vir de mãos a abanar, e comprei um single dos Aphrodite's Child.
Decorria, também, a feira do livro. Como podem ver na foto, e quem me conhece sabe o quanto eu amo aquele homem, comprei um livro. Se tivesse deixado aquele livro em Espinho, arrepender-me-ia para o resto da vida. Atentem no preço. Uma pechincha!
Visitei o mercado de Espinho, onde estavam senhoras a vender fruta e flores. Encontrei, também, um senhor a vender castanhas assadas.
A Bunny e o Ricardo aproveitaram o tempo em que estiveram juntos para namorar e trabalhar. Eu estive sempre a ouvir os discos do Ricardo. Ele mostrou-me The Brian Jonestown Massacre e pergunto-me como é que nunca tinha ouvido aquela banda antes. A sério. Aqueles gajos reúnem muitas bandas que me influenciam. Para não falar que têm um som altamente. Ouvimos aquele álbum três vezes!
Todo este texto pode parecer lamechas, mas para um miúdo de uma aldeia do Ribatejo, estes quatro dias foram uma porta para outra dimensão.